quarta-feira, 11 de março de 2026

# nenhuma fagulha


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Nenhuma fagulha
No incansável amanhecer 
Que me bate à porta outra vez
Exigindo os mesmos gestos

Há uma guerra todo dia

Para suportar a escassez

De recursos, de palavras 


Nenhuma fagulha de esperança 

A apontar novos caminhos 

Apenas cada um de nós

Repetindo os mesmos erros




Bragança Paulista, março de 2026


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