Nenhuma fagulha
No incansável amanhecer
Que me bate à porta outra vez
Exigindo os mesmos gestos
No incansável amanhecer
Que me bate à porta outra vez
Exigindo os mesmos gestos
Há uma guerra todo dia
Para suportar a escassez
De recursos, de palavras
Nenhuma fagulha de esperança
A apontar novos caminhos
Apenas cada um de nós
Repetindo os mesmos erros
Bragança Paulista, março de 2026

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